Dois técnicos a trabalhar lado a lado numa oficina de reparação de equipamentos eletrónicos
A oficina

Uma bancada, duas lupas
e o bairro à porta.

A Mobile Telecom Porto não é uma cadeia com franquias em três cidades. É uma loja de rua na Rua da Alegria, com técnicos que atendem ao balcão e reparam na sala ao lado.

27 avaliações e 4,9 estrelasTudo reparado no local, nada subcontratadoPortuguês · English · Español
O princípio Bancada de eletrónica equipada com multímetro, microscópio e ferro de soldar

Começou por ser uma bancada de dois metros

A loja abriu como abrem quase todas as oficinas honestas: pequena, com um ferro de soldar, um multímetro e mais vontade do que equipamento. Os primeiros clientes vieram do próprio prédio e da rua. A partir daí foi o boca a boca do costume — alguém arranja o telemóvel, conta ao vizinho, e o vizinho aparece com o dele. Hoje a bancada tem microscópio, estação de ar quente e banho de ultrassons, mas o método de atender continua exatamente o mesmo: ver o aparelho com o cliente à frente.

  • Trabalho feito integralmente na loja, sem envio para oficinas terceiras
  • Equipamento profissional de microssoldadura e de recuperação de líquidos
  • Peças com fornecedores fixos, escolhidos por consistência e não por preço
  • Registo de cada reparação com número de talão e histórico do aparelho
O método Mãos a inspecionar uma placa de circuito com lupa e ferramentas de precisão

Trabalhamos como quem repara, não como quem vende

Há uma diferença de mentalidade entre uma loja que vive de reparar e uma que vive de convencer o cliente a comprar aparelho novo. Nós ganhamos a vida a arranjar coisas. Por isso é do nosso interesse que a reparação dure, que a peça seja boa e que a pessoa volte daqui a dois anos por outro motivo qualquer — e não na semana seguinte com a mesma avaria mal resolvida.

  • Dizemos que não quando a reparação não compensa face ao valor do aparelho
  • Diagnóstico gratuito mesmo quando sabemos que o cliente não vai avançar
  • Sem comissões por venda: quem o atende não ganha mais por lhe vender mais
  • Explicação em linguagem comum, sem jargão para impressionar
Princípios

Quatro regras que não se negoceiam

São simples de escrever e difíceis de cumprir em dias de muito movimento. Cumprimo-las na mesma.

Falar claro

Se não conseguirmos explicar a avaria em duas frases simples, ainda não a percebemos bem.

Preço que não muda

O valor combinado no início é o valor da fatura no fim. Sem extras convenientes.

Privacidade a sério

O conteúdo do seu telemóvel não é assunto nosso e nunca sai desta loja.

Reparar em vez de substituir

Cada aparelho que volta a funcionar é lixo eletrónico que não foi produzido.

14h

de loja aberta por dia

7

dias por semana, sem exceção

30 min

média das reparações rápidas

12

meses de garantia máxima

Quem trabalha aqui

As pessoas por detrás da bancada

Equipa pequena, o que significa que fala sempre com quem mexeu no seu aparelho.

Técnica concentrada a reparar um telemóvel numa oficina bem iluminada

Bancada de microssoldadura

O trabalho ao microscópio: circuitos de carga, chips de áudio, placas que não dão sinal de vida. É a bancada mais silenciosa da loja e a que resolve os casos que outras oficinas recusaram.

Trabalho ao microscópio2–5 dias
Técnico a reparar um telemóvel sob um candeeiro de secretária

Reparações rápidas

Ecrãs, baterias, câmaras e portas de carregamento. É quem faz os arranjos de trinta minutos enquanto o cliente espera sentado, e quem lhe mostra o aparelho aberto se tiver curiosidade.

Serviço enquanto espera30–60 min
Profissional de loja a apresentar um smartphone a um cliente ao balcão

Atendimento e diagnóstico

A primeira pessoa que o recebe, ouve a descrição da avaria e faz o diagnóstico inicial. Atende em português, inglês e espanhol, e é quem lhe explica o orçamento antes de qualquer trabalho começar.

PT · EN · ESsem marcação
O bairro Rua pitoresca do Porto com arquitetura histórica e vida urbana

Porque é que a Rua da Alegria faz sentido para uma oficina

A rua sobe de Santo Ildefonso até ao Bonfim e tem uma mistura rara no Porto de hoje: moradores de sempre, estudantes, escritórios pequenos e, cada vez mais, alojamento local. Isso traz-nos dois tipos de cliente muito diferentes no mesmo dia — a senhora do prédio ao lado que precisa da bateria trocada e o casal holandês que partiu o telemóvel a fotografar azulejos. Atender bem os dois obriga a saber explicar as coisas de duas maneiras.

  • A sete minutos a pé da estação do Bolhão e do mercado
  • Fora do eixo dos Clérigos, o que se nota no preço praticado
  • Clientela fiel dos bairros de Santo Ildefonso, Bonfim e Campanhã
  • Horário alargado pensado em quem sai do trabalho depois das oito
A cidade Zona histórica da Ribeira ao longo do rio Douro, no Porto

Uma cidade que anda de telemóvel na mão

O Porto vive de fotografias. Da Ribeira, da Ponte Luís I, dos miradouros da Serra do Pilar ao fim da tarde. E onde há telemóveis fora do bolso durante horas há telemóveis que caem no empedrado, que apanham chuva de repente e que ficam sem bateria a meio do dia. Boa parte do nosso trabalho nasce exatamente daí — e é por isso que ficamos abertos até às onze e meia da noite, quando o turista já jantou e finalmente se lembra do ecrã estalado.

  • Ecrãs partidos no empedrado: a avaria número um dos meses de verão
  • Telemóveis molhados por chuva súbita ou por um copo entornado no jantar
  • Bateria em fim de vida agravada por um dia inteiro de fotografias e mapas
  • Cartões SIM e eSIM para quem chega e precisa de dados no próprio dia
Sobre a casa

Perguntas sobre quem somos

As dúvidas normais de quem vai deixar um aparelho de setecentos euros nas mãos de desconhecidos.

Quem repara o meu telemóvel — é a mesma pessoa que me atende?

Na prática, quase sempre sim. Somos uma equipa pequena e quem faz o diagnóstico ao balcão é quem leva o aparelho para a bancada. Nas reparações mais complexas, que exigem microscópio, o aparelho passa para o colega especializado nisso — e se quiser falar diretamente com ele, chamamo-lo.

Enviam telemóveis para reparar noutro sítio?

Nunca. Tudo o que entra pela porta da Rua da Alegria é reparado nesta loja, incluindo microssoldadura e recuperação de danos por líquidos. É uma das razões pelas quais conseguimos prazos curtos: não há transporte, não há intermediário e não há uma oficina central a decidir prioridades.

Fazem faturas para empresas?

Fazemos, com NIF e todos os elementos necessários para dedução. Trabalhamos regularmente com escritórios e pequenos negócios da zona que precisam de manter telemóveis e tablets de equipa a funcionar. Se tiver vários aparelhos, fale connosco sobre condições.

Porque é que estão abertos até tão tarde?

Porque a maior parte das pessoas só descobre que tem um problema no telemóvel quando chega a casa, e porque as lojas que fecham às sete deixam de fora quem trabalha por turnos, quem tem restaurante e quem está de férias na cidade. As horas entre as oito e as onze da noite são das mais movimentadas do nosso dia — o que só prova que fazia falta.

Venha ver a bancada. Não temos nada escondido lá atrás.

Se tiver curiosidade em perceber o que se passa dentro do seu telemóvel, mostramos-lhe com gosto.